Diretrizes para o tratamento do Glaucoma em Cães

Fonte: Amanda Adélia Caiut Calvette

Glaucoma facogênico em um Shih-Tzu de 9 anos de idade. Foto: Dr. JAK
   Glaucoma facogênico em um Shih-Tzu de 9 anos de idade. Foto: Dr. JAK

O ultrafiltrado produzido pelos corpos ciliares é denominado de humor aquoso, ocupando a câmara anterior do bulbo o mesmo é escoado primeiramente pelo ângulo irido-trabéculo-corneal e secundariamente pela via uveoescleral. Se houver alguma alteração no processo de drenagem ou de produção do humor aquoso, ocorrerá o glaucoma. Acredita-se que o glaucoma advém de um conjunto de enfermidade que causam a perda progressiva da sensibilidade e função visual, levando à apoptose de células ganglionares da retina e perda dos axônios no nervo óptico. O glaucoma pode ser classificado conforme sua etiologia em primário, secundário ou congênito em conformidade com o ângulo de drenagem ou se aberto ou fechado, de evolução aguda ou crônica. Em suma, os primeiros sinais percebidos pelo proprietário são quando o animal passa a esfregar os olhos com as patas ou contra o solo. O diagnóstico pode ser realizado através de vários métodos, tais como, tonometria, tonografia, oftalmoscopia, gonioscopia e testes provocativos entre outros. O manejo pode ser terapêutico associado às técnicas cirúrgicas. O objetivo deste trabalho foi explanar sobre as diretrizes de tratamento de glaucoma em caninos, os principais medicamentos e as técnicas cirúrgicas.

 

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